26/10/2021 às 16h50min - Atualizada em 26/10/2021 às 16h50min

Rui, da seleção capixaba, do Barça, e do mundo, quer contribuir com as novas gerações

Ele atuou por mais de uma dezena de clubes

- Peter Falcão
Pauta Livre Assessoria
.Fotos: Peter Falcão.

 


Desbravador, Rui Mota foi da primeira geração dos capixabas que jogou futebol de areia no exterior.  

 

Com suas viagens, abriu portas e difundiu o talento do atleta local. Tudo sem alarde, discretamente como gosta. 

 

Com seu estilo aguerrido, deixou feliz torcedores e encantou especialistas da modalidade, que o elogiaram nos mais variados idiomas. 

 

Na Itália defendeu a Lazio, Sambenetesse e Catanzaro; na Suíça, o Samble Dancers e na Turquia, o Alanyaspor. 

 

Mas, impossível negar que o que mais impactou foi a passagem pelo Barcelona, da Espanha, na ocasião que no campo o clube catalão fazia história conquistando “tudo”, com futebol mágico. 

 

Na Itália, Rui foi campeão uma vez e três vezes segundo colocado com a Lazio. E com o Barça venceu o Torneio Virginia Beach, nos Estados Unidos. 

 

Ele atuou por mais de uma dezena de clubes, somando o Brasil e o exterior, mas é inegável que a passagem pelo Barcelona foi a que mais marcou sua carreira vitoriosa. 

 

“Foi o maior clube de camisa que joguei, experiência única que levo para sempre na minha memória”, destacou. 

 

Para os capixabas, certamente o que mais marcou foi a sua atuação pela seleção do Espírito Santo na conquista do tricampeonato brasileiro, em São Paulo, em 2010. Rui também guarda grande carinho por esta passagem. 

 

“Em 2010, tínhamos uma seleção fortíssima. Nosso título foi muito valorizado devido ao alto nível técnico do campeonato. Eram times difíceis, e, por isso, valorizamos também nossa comemoração”, recordou. 

 

Em 2011, foi peça importante na conquista da Copa dos Campeões, o último grande título do Espírito Santo no calendário da confederação. 

 

Nos Estaduais conquistou  títulos, mas impactou mesmo ao levar Marilândia (com elenco sem grandes estrelas e baixo investimento) ao segundo lugar, na edição de 2010, com atuações épicas, contra seleções recheadas de estrangeiros e medalhões da seleção brasileira. 

 

Pensando na carreira internacional, na sua presença nos clubes brasileiros, na seleção capixaba e nas seleções municipais, o grande jogador tem sonhos deliciosos, ainda mais porque a linda Laura, sua filha, preenche seus dias há quase um ano. 

 

“Acho que dei minha contribuição dentro das quadras. Hoje posso dizer que pratico esse esporte, por amor à modalidade”, afirmou. 

 

“Consequentemente procuro passar um pouco da minha experiência aos mais jovens, quero fazer parte deste processo inevitável de renovação”, finalizou. 

 

Que assim seja, gladiador! 

 


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