18/01/2022 às 13h41min - Atualizada em 18/01/2022 às 13h41min

Cedri Vieira: guerreiro “atento e forte” e de talento consolidado na areia

- Peter Falcão
Pauta Livre Assessoria
Atleta quer calendário mais equilibrado na temporada de 2022. Fotos: Peter Falcão.

Um dos grandes de sua geração, Cedri Vieira sempre aliou em quadra talento e determinação.  

 

Guerreiro, destes que não se entregam jamais, é nome significativo, atualmente, no futebol de areia capixaba. 

 

Na reportagem, teremos o prazer de mostrar um pouco mais de sua personalidade. E já antecipamos, o rapaz (inteligente e “papo reto”) tem resenha privilegiada. Vamos conferir? 

 

O atleta iniciou com idade pouco comum, com 20 anos. “Meu tio conhecia o Duda e arrumou para eu treinar na escolinha dele. Fiquei pouco tempo treinando e já fui convidado pela equipe do Santa Lúcia. Depois, as coisas aconteceram muito rapidamente”, lembrou. 

 

As suas maiores alegrias são os títulos, as amizades e os lugares que pode conhecer. 

 

Ele tem boas recordações dos Estaduais. “O primeiro que disputei em 2014 pelo Vila Velha tenho um carinho especial, fomos vice. Mas todos que participei eu curti, e sempre que posso agradeço pelos convites, Vila Velha, Vitória, Rio Novo e Guarapari”, destacou. 

 

Atuando em competições por clubes, Cedri tem lembranças muito agradáveis do primeiro Brasileiro que disputou. “Foi pelo Vilavelhense, essa competição que nos impulsionou para o cenário nacional e estadual, pelo menos no meu caso, ainda estava dando meus primeiros passos na modalidade”, disse, se referindo à etapa disputada em Vitória, em 2013. 

 

“O Brasileiro que disputamos em Santos-SP com o Rio Branco, foi legal também se não me engano foi o que mas tive participações em gols”, acrescentou. 

 

Gol marcante foi o de falta contra o Vasco na final do primeiro Brasileiro que disputou pelo Vilavelhense.  “Na verdade, fiz dois naquele jogo um a favor e outro contra”, disse rindo. 

 

O grande jogador já enfrentou praticamente todos os integrantes da seleção brasileira, em variadas situações, e não esconde sua admiração pelo baiano Anderson. 

 

“Um cara em que eu me espelho, já joguei contra e a favor. É diferenciado, sempre mantém a tranquilidade, não importa como o jogo esteja. Muito inteligente, difícil ver ele perdendo dividida. Finaliza bem, é um dos jogadores mais completos que vi jogar“, avaliou. 

 

Parceiros não faltam para a fera, super respeitado pela comunidade do futebol de areia. “Tenho alguns, por exemplo, o Leozinho, Sonaldo, Estevão, Nicolas, e outros mais recentes. Mas esses estão comigo desde quando comecei”, revelou. 

 

Ele aguarda um ano novo bom para o esporte. “Espero que tenhamos um calendário de verdade, com competições organizadas o ano todo, e que não deixem essas competições espremidas em um curto período”, disse. 

 

O craque não é indiferente ao Carnaval, nossa maior festa popular. “Eu gosto, já desfilei, sempre que dá eu assisto também. A ligação que tenho vem de dentro de casa, minha mãe é uma das coordenadoras da escola de samba daqui do bairro, a Chegou o Que Faltava, então, de uma forma ou outra, estou envolvido, às vezes ajudo, às vezes desfilo, e assim caminhamos”, revelou sorrindo. 

 

O seu cotidiano é bem atarefado. “Meu dia a dia geralmente é bem corrido, trabalho com obras, tenho uma sociedade com meu pai. Então, quando temos bastantes obras, o tempo fica curto. Quando estamos um pouco folgados, antes de ir para o trabalho acordo as 5h30, faço meus exercícios físicos e depois “partiu” trabalho. Depois do trabalho me divirto um pouco jogando videogame, para relaxar”, destacou. 

 

“E em paralelo dessa correria do meu dia a dia, estou trabalhando para lançar uma marca de roupa própria que tem como base a modalidade xadrez, que eu me amarro em jogar, e as belezas do nosso querido Estado”, acrescentou. 

 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 


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