15/02/2022 às 06h42min - Atualizada em 15/02/2022 às 06h42min

É possível nadar de um continente a outro numa fenda de água doce na Islândia

Na fissura de Silfra dá para 'observar' as placas tectônicas que dividem Europa e América do Norte

Mundo Cabuloso
Parque Nacional Thingvellir é a rota turística mais famosa da Islândia Foto: Ilustração Web
Associado a fortes terremotos, tsunamis e vulcões jorrando lava, o limite entre duas placas tectônicas pode ser  ponto de encontro para aventureiros que buscam experiências inesquecíveis na Islândia.

Localizada no Parque Nacional Thingvellir, a cerca de uma hora de carrro da capital, Reykjavik, a fissura de Silfra atravessa as placas continentais da Eurásia e da América do Norte, e é a única no mundo onde é possível mergulhar (com segurança), já que a maioria dos outros limites de placas de trincheiras submarinas está no meio de enormes oceanos e muito abaixo da superfície.

A estreita fenda, formada em 1789 pelos terremotos que acompanharam o movimento de afastamento das duas placas, é um local de mergulho "vivo", em constantes mudanças. Além de novos túneis, cavernas e terrenos subaquáticos criados por deslocamentos de terra, a fissura também se alarga cerca de 2cm a cada ano, conforme os dois continentes se afastam.

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