10/05/2022 às 19h27min - Atualizada em 10/05/2022 às 19h27min

Neném, “Rei da Praia”, maior artilheiro da história da seleção, declara amor pelo ES

Ele é maior artilheiro da história da seleção brasileira com 337 gols

- Peter Falcão
Pauta Livre Assessoria
Quem viu Neném jogar pode agradecer aos deuses do esporte .Fotos: Peter Falcão.
 
 
 
Até hoje não se sabe se o que ele fazia na areia era arte, magia ou travessura repleta de genialidade, tal era o encantamento que despertava em “mortais’ nas variadas partes do mundo. 

 

Ainda mais porque tudo era feito com máxima eficiência, tanto que até hoje, mais de uma década depois de deixar as disputas, é o maior artilheiro da história da seleção brasileira com 337 gols.  

 

Sem contar que foi também eneacampeão da Copa do Mundo, decacampeão do Mundialito e heptacampeão da Copa América, somente para citar algumas conquistas nas quais foi determinante. 

 

Estamos falando de Carlos Alberto Lisboa, que nasceu no Rio de Janeiro, no dia 5 de fevereiro de 1973, e que, como Neném, tornou-se um dos gigantes do beach soccer mundial, imortalizado e reverenciado pelas novas gerações pelo legado irretocável de títulos, inumeráveis, mas também pelo talento que aquecia os corações e, muitas vezes, deixava fascinados e extasiados os olhos. 

 

Quem viu Neném jogar pode agradecer aos deuses do esporte, ainda mais porque poucos duvidam de que seu jeito de performar foi único, obra prima irretocável. 

 

Pois ele nos concedeu entrevista exclusiva na qual revelou, dentre outras coisas, todo o seu carinho pelos capixabas. 

“Falar dos capixabas é muito fácil, desde o primeiro jogo que fizemos em Vitória fui abraçado com respeito e carinho, e, como sempre digo, o Espírito Santo é minha segunda casa”, destacou. 

 

Neném já foi até campeão de competição de âmbito nacional vestindo a camisa da seleção capixaba. Aconteceu em 2006, na Praça dos Namorados, na Praia do Canto, quando o Espírito Santo venceu a Copa do Brasil, evento que reuniu, além os capixabas, Rio, São Paulo e Bahia. 

 

O grande craque se sente feliz por ser atualmente reverenciado também pelas novas gerações. “Além de feliz, na verdade, me sinto orgulhoso. Mostra que tudo o que fiz, foi bem feito. Hoje os fãs me param na rua e reconhecem que fui diferenciado. Isso não tem preço. Agradeço muito a Deus”, afirmou. 

 

O MVP da Copa do Mundo de 2002 e artilheiro das edições da competição de 2002 e 2003, acredita no trabalho que pode ser realizado pelo técnico da seleção brasileira, Marco Octávio, contratado recentemente. 

 

“Vamos voltar a ser campeões mundiais com certeza. Agora com a mudança de treinador. É um técnico que conhece bem o esporte, experiente. Temos tudo para voltarmos a ser os melhores do mundo, sem dúvidas”, disse. 

 

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