28/01/2024 às 14h05min - Atualizada em 28/01/2024 às 14h05min

COB quer fortalecer esporte feminino

- Peter Falcão
Pauta Livre Assessoria.
Presidente do COB - Paulo Wanderley. foto: Divulgação COB.
 

Segundo sua assessoria de imprensa, dando continuidade às ações de incentivo e melhora do esporte feminino, liderado pela área Mulher no Esporte, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) lançou a segunda edição do Programa de Desenvolvimento do Esporte Feminino.   

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa, iniciado em 2023, o projeto tem o objetivo de incentivar as confederações a realizarem um planejamento esportivo específico para as equipes femininas, com o entendimento que há mudanças sistêmicas necessárias, como, por exemplo, o aumento de mulheres em cargos de liderança e atuando como treinadoras. 


"No planejamento de 2023, seguimos as recomendações do Comitê Olímpico Internacional ao destinar um recurso exclusivo para projetos voltados à mulher no esporte. Este movimento já começa a apresentar suas consequências e pudemos observar que mais confederações incluíram projetos para o esporte feminino em seu plano de trabalho para 2024”, ressaltou Kenji Saito, diretor de Desenvolvimento e Ciências do Esporte do COB.   

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa, a expectativa é que o número de programas apresentados supere a edição de 2023, na qual 36 projetos de 27 modalidades foram submetidos ao COB.   

“Estamos observando uma mudança na forma como as organizações estão vendo a questão da inserção e permanência da mulher no esporte, assim como a necessidade de ações específicas para potencializar a performance das seleções femininas. Justamente por termos poucas mulheres na gestão esportiva, há também uma necessidade de conscientizar os profissionais que atuam nessas posições, além de fazê-los conhecer melhor as barreiras que as mulheres enfrentaram nas últimas décadas e ainda continuam enfrentando”, observou Taciana Pinto, supervisora de Desenvolvimento Esportivo do COB.       

A novidade no Edital 2024 está na nova categoria de suporte, a categoria A+. Ela visa dar suporte a programas mais complexos, que abranjam ações integradas dentro de um plano de desenvolvimento da mulher no esporte a médio prazo. Nesta categoria, as confederações poderão listar diferentes ações para o ano de 2024, visando um maior impacto na modalidade.      

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