04/08/2021 às 16h42min - Atualizada em 04/08/2021 às 16h42min

O dia em que Domingão aplicou cinco multas no Gibira!

Gibira confessou que foi tudo verdade

- Por Paulo César Dutra (Cesinha)
Presente & Passado
Time do UACEC de 1960 – Em pé: Nelson Barcelos, DOMINGÃO, Tadeu, Décio mamão, Magnago e Délio Maia. Agachados: Gesil, Ronaldo Bernardina, Itamar, Sinval e GIBIRA - Luiz Carlos Vitali.

 
 Em 1979, o Gibira - Luis Carlos Vitali -, parou de jogar e veio para Vitória, onde com o dinheiro que ganhou como jogador profissional de futebol, adquiriu vários imóveis comerciais e residenciais na Capital capixaba e um deles, no bairro República, uma casa  baixa, na esquina da avenida Rosendo Serapião de Souza Filho com a rua Nahum Prado para transformá-la na churrascaria Bandolins, hoje o Bacana.
 
Quando Gibira fez o projeto da reforma e transformação da residência em um comércio, contratou um arquiteto para fazer a planta de modificações do prédio e um construtor para executar a obra.

Antes de começar a obra, foi alertado pelo construtor para tomar cuidado com a fiscalização da Prefeitura Municipal de Vitória, que era muito rigorosa com obras na cidade.
 
Logo Gibira, por precaução, foi até à Prefeitura Vitória, para saber quem era o fiscal de obras no bairro. Quando chegou no setor, encontrou o fiscal, um velho amigo, Domingão, ex-jogador também, e que jogou com ele nos times do UACEC de Colatina e no Rio Branco em Vitória.

Gibira o procurou, para avisá-lo que era o dono da obra e que tudo estava legal e qualquer dúvida para que o comunicasse. Deu o número do telefone fixo e foi para casa satisfeito. “Pode ficar tranquilo com sua obra”, disse Domingão.
 
Dias depois, em um sábado, como de costume, Gibira passou na obra para ver o andamento do serviço e pagar o construtor como o combinado. Lá chegando o construtor entregou a Gibira cinco multas da fiscalização da Prefeitura, todas assinadas pelo Domingão.

Na segunda-feira seguinte Gibira foi até a prefeitura e disse os diabos para Domingão, que negava ter sido o responsável pelas multas. Gibira mostrou a Domingão as multas e o ex-zagueiro, falou rapidamente: “Gibira foi eu mesmo que dei as multas no dono da obra, como pode ver no preenchimento, é uma pessoa chamada Luis Carlos Vitali e não Gibira”.
 
Gibira foi logo dizendo vários palavrões e revelando “O Luis Carlos Vitali sou eu! Meu apelido que é Gibira!”.
 
Num dos encontros dos “Colatinenses Ausentes” que era realizado na sede social da Águia Branca, em Campo Grande, Cariacica, encontrei o “Gibira” e ele confessou que foi verdade o fato, mas que tudo terminou em paz, entre ele e o Domingão.
 
 
 
           
 

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